A Prefeitura de Volta Redonda encerrou nesta sexta-feira (28) a programação do Agosto Lilás com uma mobilização no Retiro. A campanha nacional trata da conscientização e do enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.
A ação foi realizada pelo Cras Retiro, em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Direitos Humanos, o Centro de Inclusão Produtiva Vila Mury e a UBSF Retiro II. Segundo a prefeitura, cerca de 200 pessoas participaram da programação, com orientações e mobilização sobre a violência doméstica e familiar contra as mulheres.
O evento começou com a concentração dos participantes no Cras Retiro. Depois, os grupos seguiram pelo território até o Ginásio Poliesportivo Amaro Inácio, na Praça Tiradentes, onde foram realizadas as atividades de encerramento.
“Durante todo o mês, realizamos rodas de conversa, palestras e atividades lúdicas dentro dos nossos espaços e com os grupos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), abordando o combate à violência contra a mulher e também os 20 anos da Lei Maria da Penha completados em 2026. Para encerrar essas ações, pensamos em uma mobilização no território, para que essa mensagem chegasse também à comunidade e incentivasse a população a se engajar nessa luta”, explicou a coordenadora do Cras Retiro, Adelvânia Guedes.
A secretária municipal de Assistência Social, Rosane Marques, afirmou que ações nos territórios aproximam a população das políticas públicas. “O Agosto Lilás é um momento importante para ampliar a informação e a conscientização sobre a violência contra a mulher, mas esse é um trabalho que precisa acontecer durante todo o ano. Os Cras estão próximos das famílias e dos territórios e têm um papel fundamental na prevenção, na orientação e na identificação de situações que precisam de atenção. Essa mobilização mostra a importância de unir diferentes serviços para levar informação, acolhimento e proteção para perto da população”, afirmou.
A diretora do Departamento de Proteção Social Básica, Cristiane Alves, também destacou a integração entre os serviços. “Prevenir a violência contra a mulher exige uma atuação articulada das políticas públicas. Quando levamos essa discussão para dentro dos territórios, criamos oportunidades para que as pessoas tenham acesso à informação, conheçam seus direitos e saibam onde buscar os serviços da rede. A mobilização realizada pelo Cras Retiro demonstra a importância desse trabalho próximo da comunidade”, ressaltou.