Volta Redonda mantém uma rede de 35 Cras, os Centros de Referência de Assistência Social, com atividades para moradores de diferentes regiões do município. Os equipamentos promovem encontros, oficinas, atividades culturais, rodas de conversa e ações voltadas à convivência e ao acolhimento.
Os Cras atendem crianças, adolescentes, adultos e pessoas idosas. As atividades são planejadas pelas equipes de acordo com as características de cada território e buscam estimular socialização, aprendizado, troca de experiências e desenvolvimento de habilidades.
“O Cras é um equipamento vivo, que está inserido na comunidade e conhece de perto a realidade das famílias. Quando conseguimos transformar esse espaço em um lugar de encontro, de troca e de participação, estamos fortalecendo vínculos e prevenindo situações de vulnerabilidade. Muitas vezes, uma atividade aparentemente simples tem um significado enorme para quem participa”, destacou a diretora do Departamento de Proteção Básica (DPB) da Smas, Cristiane Alves.
A programação de cada unidade pode incluir diferentes propostas, sempre com objetivo de fortalecer a convivência familiar e comunitária. O trabalho também busca prevenir situações de vulnerabilidade, ampliar a rede de apoio e aproximar os moradores das políticas públicas de Assistência Social.
“Ter uma rede ampla de Cras significa estar perto das pessoas. É no território que conseguimos conhecer melhor as famílias, identificar necessidades e construir ações que realmente façam sentido para aquela comunidade. Queremos que cada morador reconheça o Cras como um espaço de acolhimento, proteção e oportunidades”, afirmou a secretária municipal de Assistência Social, Rosane Marques.
“Nosso objetivo é que as pessoas percebam que o Cras é delas. É um espaço onde podem chegar, participar, conversar, criar vínculos e encontrar oportunidades. Quando conseguimos fortalecer essa relação com a comunidade, a política de Assistência Social se torna ainda mais próxima e efetiva”, acrescentou Cristiane.